6 de dez. de 2012

Como eu digo ao outro o que penso?

A cada novo texto eu fico mais encabulada de estar escrevendo coisas tão misturadas. Uma coisa que alguém disse, algo que ouvi na clínica e pronto, vem uma idéia toda misturada. 

Nos treinamentos da área de RH nós trabalhamos com a comunicação. Dizemos às pessoas que o tom que se diz e a escolha das palavras influencia em como o outro vai entender aquilo. É isso mesmo, o sentido é este. Mas utilizamos isso de forma muito prática, racional. E as pessoas não absorvem isso assim, de cara, é algo muito mais complexo. Precisa de tempo. Por isso não faço treinamentos somente, é preciso mostrar com várias atividades isso. Estou falando disso nas empresas. Por isso fazemos atividades de endomarketing, comemorações nas datas festivas, integração entre os setores...etc. Tudo para também se ensinar a comunicar-se com o outro, de forma não agressiva, mas sim assertiva. Isso é um trabalho de anos nas empresas...

Bom, mas queria dizer mesmo sobre a forma como dizemos as coisas...na empresa levamos anos para tratar isso, na clínica também... muitos anos...

Hoje vi uma crítica a Oscar Niemeyer. No dia de sua morte.

?????????

Só posso dizer: Opiniões sim, muitas e cada um com a que quiser. 
Mas que isso? 
Que crueldade é essa? Ou, que ser primitivo é esse? Que não pode pensar no outro, num momento tão difícil como é a morte? 

Ahhh... se ele ouvisse o que ouço na clínica...

Se ele soubesse do sofrimento humano...

Diria as coisas de forma mais amena, mais oportuna... o sofrimento humano pode ser também prevenido... não é necessário incentivá-lo com palavras duras...

Como eu digo ao outro o que penso? 




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